sexta-feira, 12 de junho de 2009

Assembléia celebrativa dos 20 anos da Região

Em 18 de junho de 1989, religiosos e leigos católicos, reunidos na Creche Menino Jesus, Freguesia do Ó, participaram da fundação da Região Episcopal Brasilândia. Nascida a partir do desmembramento da Região Episcopal Lapa, a nova área episcopal agregou algumas paróquias e comunidades das imediações dos bairros de Pirituba, Perus, Brasilândia, Freguesia do Ó, Cachoeirinha e Casa Verde.

Em 2009, a Região Episcopal Brasilândia celebra 20 anos de evangelização. No dia 20 de junho, sábado, das 9h às 15h, personagens desses anos de história e muitos cristãos que perseveram na caminhada da Igreja na Brasilândia estarão reunidos em uma Assembléia Celebrativa na paróquia São José Operário em Perus.

Todos os religiosos da Região, as pessoas responsáveis pela formação de leigos e quatro representantes de cada paróquia estão convidados a participar da Assembléia. No evento haverá memória sobre a caminhada, avanços e desafios da Região, com assessoria do padre Antônio Manzatto; Motivação das lideranças, feita pelo 1° bispo regional, dom Angélico Bernardino; e Ação de graças, promovida pela equipe regional de liturgia. Ao fim das atividades, o bispo regional dom José Benedito Simão, abençoará os presentes para a continuidade dos trabalhos na Região.

A Assembléia Celebrativa da Região Episcopal Brasilândia será realiza na paróquia São José Operário, localizada na Rua João Jacinto de Mendonça, 42, Vila Operária, Perus. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3924-0020, na Cúria Regional.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

FORA DOS TRILHOS: CPTM, LINHA 7

Ao longo de quatro viagens, realizadas no mês de maio em horários de pico nos trens da Linha 7 (Luz – Francisco Morato) da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) foi possível verificar as condições caóticas de operação: trens superlotados, empurra-empurra na hora do embarque, suportes de apoios insuficientes no interior dos vagões, espaços enormes entre os trens e as plataformas e idade avançada das composições: as mais recentes – seis das 16 em circulação – operam desde 1987.

Questionada sobre as situações expostas, a CPTM, por meio de sua a assessoria de imprensa, informa que a Linha 7 consta entre as que serão beneficiadas com uma parcela dos R$ 20 bilhões do plano de expansão do transporte metropolitano. Entre as promessas, a serem cumpridas até o final de 2010, estão a compra de 20 novos trens, obras de modernização e acessibilidade de 10 estações (Francisco Morato, Baltazar Fidélis, Franco da Rocha, Caieiras, Perus, Jaraguá, Pirituba, Piqueri, Lapa e Água Branca), construção da nova Estação Vila Aurora (entre as estações Jaraguá e Perus), avanços em sinalização, telecomunicações, energia e rede aérea, além de redução no intervalo entre as composições para até 4 minutos.

Ainda que a CPTM cumpra esses projetos, alguns problemas estruturais permanecerão sem solução, pelo simples motivo de eles não existem ou já estarem em fase plena de resolução, segundo a Companhia. Vejamos:

Situação: dificuldade de embarque nas estações em horários de pico. Solução da CPTM: “Já existem iniciativas, como a Operação Plataforma, que acontece nas estações de maior movimento durante os horários de pico. Na Linha 7-Rubi, a operação ocorre nas estações Palmeiras-Barra Funda e Luz, nas plataformas de embarque sentido Francisco Morato. A ação consiste em funcionários paramentados por um colete de fácil identificação que orientam os passageiros sobre os comportamentos mais adequados e seguros nos momentos de se entrar e sair dos trens”. Realidade: Sim, os funcionários existem, orientam que os usuários dêem preferência ao desembarque, mas quando o trem pára nas plataformas, vale a “lei do empurra-empurra” sem nenhum deles próximos das portas para o controle do embarque.

Situação: falta de suportes de apoio de teto no centro dos corredores e próximo às portas (essa estrutura existe nos trens do metrô da Linha Azul e facilita o apoio dos usuários). Solução da CPTM: “Os 20 novos trens que serão entregues para a linha 7 terão suportes de apoio, sendo um mais próximo à lateral do trem que termina na região das portas e um outro que percorre todo a lateral do trem, possibilitando que as pessoas que estejam no centro do corredor e na região das portas tenham apoio”. Realidade: com a superlotação e a aglomeração de pessoas nos corredores e nas portas, muitos usuários não encontram apoio algum e estão mais propensos a quedas e empurrões.


Além dessas duas situações, existe o risco de acidentes no grande vão entre os trens e a plataforma (mesmo nas estações recém-reformadas como a de Vila Clarice) e não há certeza sobre o destino das atuais composições. Ainda permanecerão em uso após os 20 novos trens?


Será que a maioria dos 360 mil usuários da Linha da CPTM 7 aprova a qualidade dos serviços?

Saiba mais na reportagem do Jornal Cantareira de junho

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