quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Dom Milton tomará posse em Barretos (SP) em 21 de dezembro

Daniel Gomes
Pela Pascom Brasilândia

Vigário episcopal da Região Episcopal Brasilândia desde janeiro de 2010, Dom Milton Kenan Júnior, 50, bispo auxiliar de São Paulo desde 27 de dezembro de 2009, quando foi ordenado bispo em Jaboticabal (SP), foi nomeado bispo de Barretos (SP) na quarta-feira, 5 de novembro, pelo Papa Francisco.

Nascido em 24 de novembro de 1963, em Taiúva (SP), dom Milton foi ordenado padre em 5 de setembro de 1987. É mestre em Teologia da Espiritualidade pela Pontifícia Faculdade de Espiritualidade “Teresianum”, de Roma.

“A vida de um bispo é um constante aprendizado, com as alegrias e as dificuldades percebemos sempre as mãos de Deus sobre nós, é o Senhor que realiza a vontade dele, apesar das nossas fraquezas e de nossas faltas”, disse em entrevista à Pascom Brasilândia em janeiro deste ano, quando completou quatro anos de bispo.

Informações, ainda não confirmadas pela Cúria da Brasilândia, dão conta que a missa de despedida será realizada em 12 de dezembro, às 20h, na Paróquia Santos Apóstolos. A posse do bispo em Barretos está agendada para 21 de dezembro.

Pastoreio na Brasilândia

Na Região Brasilândia, Dom Milton foi incentivador de novas vocações e dos trabalhos das pastorais sociais. Também se empenhou nas mobilizações contra a construção do Trecho Norte do Rodoanel. Em entrevista ao Blog da Pascom, em 2011, declarou. “O Rodoanel não tem só implicações ambientais e sociais, mas também implicações pastorais”. Hoje, 2014, nota-se na Região o aumento de ocupações em áreas de reserva ambiental, como onde se destinaria a construção do Parque da Brasilândia, por exemplo.


Na Arquidiocese de São Paulo, atuou de forma destacada como bispo referencial das Pastorais Sociais e do Secretariado Arquidiocesano de Pastoral, sendo um dos redatores do 11º Plano de Pastoral da Arquidiocese. 

sábado, 3 de maio de 2014

8 mil pessoas testemunham a Paixão de Cristo

Por Daniel Gomes/ Reportagem publicada no O SÃO PAULO
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O enredo é conhecido há mais de dois milênios, mas a cada Sexta-feira Santa é atualizado nas encenações do grupo Arte de Viver (GTAV). Na sexta-feira, 18, a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus voltou a ser encenada no estacionamento de um hipermercado em Taipas, na zona noroeste, diante de 8 mil pessoas.
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Este ano, além do GTAV, integrantes da Cia de Teatro Monfort, Comunidade Missão Mensagem de Paz e Ministério de Artes Cristo Libertador, ligados a paróquias da Região Brasilândia, junto aos atores Victor Delboni (Jesus), Carolina Lelis (Maria) e Daniel Langer (anjo Gabriel) participaram da encenação, que fez alusão à temática da CF-2014.
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O tráfico humano apareceu como uma das tentações da sociedade atual; Jesus foi açoitado tal qual os escravos; Judas indagou se muitos ainda hoje não entregam o Salvador; e Maria lembrou que as pessoas aliciadas pelo tráfico humano são marginalizadas, assim como foi Cristo ao ser crucificado.
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No início da peça, que durou duas horas e meia, incluindo a procissão, dom Milton Kenan Júnior, bispo auxiliar da Arquidiocese na Região, comentou que a encenação teatral coroava a celebração da Sexta-feira Santa nas comunidades.
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“Ao representarmos, contamos a mesma história de uma maneira diferente e as pessoas prestam mais atenção quando interpretamos o Evangelho e falamos de amor e dos ensinamentos de Jesus”, opinou Roberto Bueno, diretor da peça.
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A encenação foi especial para a atriz Carolina Lelis, 24. Evangélica, ela interpretou Maria pela primeira vez. “A história de Jesus é importante para nós, cristãos, e foi muito interessante estudar sobre Maria, uma das figuras mais presentes no catolicismo”.
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Para Márcio Souza, 44, ator da peça desde a primeira encenação há 18 anos, “o mais importante é que sempre a gente consegue passar a mensagem da Paixão de Cristo para as pessoas, evangelizá-las”.
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“Todo ano saio emocionada e reavivo minha fé”, garantiu Inês Francisca de Souza, 63, que junto à multidão bradou ao fim da encenação: “Rei, Rei, Rei, Jesus é nosso Rei”.

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