quarta-feira, 18 de abril de 2012

Setores pastorais realizam reuniões na Brasilândia

Daniel Gomes, pela Pascom Brasilândia
(com informações de Cilto José Rosembach e Ana Lúcia Contarelli)
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O sábado, 14, foi marcado por reuniões pastorais nos setores Cântaros, Nova
Esperança e Perus da Região Episcopal Brasilândia.
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Na Paróquia São José Operário, no Jardim Damasceno, as lideranças do Setor Cântaros fizeram avaliação do encontro setorial "Fraternidade e Saúde Pública", realizado em 31 de março, em que estiveram presentes os gerentes dos postos de saúde do Jardim Guarani e Vila Santa Terezinha, que escutaram as demandas da população por melhorias no atendimento de saúde pública. O próximo encontro sobre saúde pública acontecerá em 23 de junho, às 14h, na Comunidade São Benedito (rua Sítio D´Abadia, 175, Jardim Paulistano).
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Também houve especial preocupação com o fato de que muitas pessoas estejam procurando as paróquias apenas para a obtenção de cestas básicas, consolidando uma visão assistencialista da Igreja. Alguns informes foram passados, entre os quais a participação do setor na atividade de corpus Christi em âmbito arquidiocesano, em 7 de junho; a realização do encontro da Pastoral do Batismo, dia 29, às 15h, na Paróquia Santos Apóstolos (avenida Itaberaba, 3.907, Jardim Maracanã); e a realização do retiro regional do Apostolado da Oração, dia 28, às 7h30, na Casa de Encontros e Retiros Santa Lúcia Filippini (rua Mestre Pias Filippini, 513, Itaberaba).
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No Setor Nova Esperança, em reunião realizada na Paróquia Santa Rita de Cássia, o foco foi uma reflexão sobre as comemorações dos 50 anos do Concílio Vaticano 2°, conduzida por dom Milton Kenan Júnior, bispo regional.
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O bispo lembrou que o Concílio foi iniciado pelo papa João 23 em 11 de outubro de 1962, diante de 2.500 bispos de todo o mundo, e seguiu até 8 de dezembro de 1965, sendo encerrado pelo papa Paulo 6°.
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João 23, no discurso de abertura do Concílio, deixou claro que o objetivo era retomar a doutrina da Igreja e apresentá-la de acordo com as exigências da realidade da época. Foram montadas várias comissões de trabalho, e finalmente, 16 temas foram eleitos para ser desenvolvidos.
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De acordo com dom Milton, os documentos do Vaticano 2° retomam o significado de povo, destacando que os cristãos não são um povo qualquer, mas um povo de Deus, porque tem uma dignidade que brota do Batismo com base no mandamento do amor: "Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei", cuja meta é a construção do Reino de Deus.
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O bispo regional também refletiu que hoje se faz necessário retomar a identidade da Igreja, que não é qualquer organização. Para os participantes do encontro, ficou a sensação de que celebrar os 50 anos do Concílio Vaticano 2° é fazer a memória saudosa dos bons tempos da caminhada da Igreja, principalmente aqui no Brasil e na América Latina, sendo preciso revisitar os documento do Concílio Vaticano 2° e extrair o que há de melhor.

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